Laura Elizabeth Loomer (nascida em 21 de maio de 1993) é uma ativista política estadunidense de extrema-direita, teórica da conspiração e personalidade da internet. Nascida em Tucson, Arizona, Loomer trabalhou como ativista para diversas organizações, incluindo Project Veritas, The Geller Report, Rebel News e Infowars. Ela se descreve como "pró-nacionalista branca" e "islamofóbica assumida", fazendo repetidamente declarações racistas e anti-muçulmanas em público. Atualmente, apresenta um programa, Loomer Unleashed, transmitido semanalmente no Rumble. Laura Loomer ganhou notoriedade por ter sido banida de diversas plataformas de mídia social, incluindo Facebook, Instagram e Twitter, além de empresas de processamento de pagamento, serviços de transporte com motorista e aplicativos de entrega de comida, por vários motivos, incluindo violações de políticas contra discurso de ódio e disseminação de informações falsas. Loomer também foi banida e removida de eventos, e teve suas credenciais de imprensa revogadas, por assédio e perturbação da ordem pública. Loomer foi a candidata republicana para representar o 21o distrito congressional da Flórida nas eleições para a Câmara dos Representantes dos Estados Unidos em 2020, perdendo para a democrata Lois Frankel. Ela também concorreu nas primárias republicanas para o 11o distrito congressional da Flórida em 2022, perdendo para o então deputado Daniel Webster. Em abril de 2023, Donald Trump tentou contratar Loomer para sua campanha presidencial, mas seus principais assessores de campanha o dissuadiram com sucesso. Em setembro de 2024, alguns apoiadores de Trump e outras pessoas expressaram preocupação com a presença contínua de Loomer e sua influência sobre o presidente. Durante o segundo mandato de Donald Trump, Loomer emergiu como uma figura influente, usando sua plataforma nas redes sociais para pedir a demissão de funcionários que ela considerava insuficientemente leais a Trump. No início de abril de 2025, surgiram relatos de que Loomer influenciou o presidente Trump a demitir mais de meia dúzia de funcionários da segurança nacional devido às suas suspeitas de deslealdade a ele, e defendeu demissões adicionais.
Infância e educação Laura Elizabeth Loomer nasceu em Tucson, Arizona, em 21 de maio de 1993. Ela é judia. Loomer e seus dois irmãos foram criados no Arizona. Ela afirmou que cresceu em um "lar muito violento", principalmente porque seu irmão mais novo sofria de doença mental. Seus pais se separaram quando ela tinha 12 anos e, pouco depois, ela foi enviada para um internato. Ela frequentou o Mount Holyoke College em Massachusetts, mas saiu após um semestre; disse que se sentiu alvo de discriminação por ser conservadora. Loomer se transferiu para a Universidade Barry em Miami Shores, Flórida, e se formou em 2015 com bacharelado em jornalismo televisivo.
Trabalho
Project Veritas Loomer trabalhou como ativista e jornalista para diversas organizações, incluindo o Project Veritas, um grupo de direita conhecido por produzir investigações secretas em áudio e vídeo contra organizações e grupos de mídia de esquerda.
Rebel News Loomer participou por curto período do site de notícias canadense de extrema-direita Rebel News em 2017.
InfoWars Loomer já publicou reportagens sobre teorias da conspiração da extrema-direita estadunidense no site InfoWars, que pertence ao jornalista e apresentador Alex Jones.
Atividades
2015-2017 Em março de 2015, Loomer usou uma câmera escondida para gravar suas conversas com funcionários da Universidade Barry, discutindo a ideia de criar um clube chamado "Estudantes Simpatizantes ao Apoio do Estado Islâmico do Iraque e da Síria". A universidade teria pedido apenas que o nome do clube fosse alterado para "Estudantes em Apoio ao Oriente Médio". O'Keefe, do projeto Veritas, publicou o vídeo do encontro, alegando ter flagrado um funcionário da universidade indiferente à ideia de uma organização no campus que apoiasse o ISIS. Pouco tempo depois, a universidade suspendeu Loomer por violar o código de conduta estudantil, e um professor que aparece no vídeo apresentou queixa-crime contra ela por tê-lo gravado sem o seu conhecimento. Na época, Loomer era uma aluna laureada do último ano e presidente do clube Jovens Republicanos da Universidade Barry. Segundo um funcionário da campanha de Hillary Clinton, em julho de 2015, Loomer e outras duas mulheres, fingindo ser apoiadoras de Clinton, tentaram enganar funcionários da campanha para que aceitassem doações ilegais em dinheiro. O funcionário afirmou que a campanha cumpriu a lei. Até 2017, Loomer trabalhou para o Project Veritas, uma organização de direita conhecida por produzir investigações secretas em áudio e vídeo sobre organizações e grupos de mídia de esquerda. Loomer foi repórter do site canadense de direita Rebel News durante o verão de 2017 e pediu demissão em setembro. Loomer também já publicou ocasionalmente reportagens sobre teorias da conspiração da extrema-direita americana no site de notícias InfoWars. Em 8 de novembro de 2016, dia da eleição presidencial dos Estados Unidos, Loomer foi a uma seção eleitoral vestida com uma burca e pediu uma cédula com o nome de Huma Abedin. Em 10 de junho de 2017, ela discursou para uma multidão de manifestantes anti-xaria na cidade de Nova Iorque e condenou os liberais que apoiariam a lei islâmica. Ela colocou uma burca na estátua da Menina Sem Medo em Bowling Green, no sul de Manhattan.
2019 Em 14 de janeiro de 2019, Loomer convenceu vários homens que conheceu em uma loja da The Home Depot, que ela alegava serem imigrantes ilegais, a pular a cerca com ela na casa de Nancy Pelosi em Napa, Califórnia. O grupo montou uma barraca no gramado de Pelosi para protestar contra a imigração, mas não foram presos pela polícia. Alguns dias depois, Loomer tentou interromper uma oradora na Marcha das Mulheres de 2019 em Washington, D.C., e subiu ao palco para chamar as organizadoras da marcha de nazistas. Quando foi escoltada para fora pela segurança, ela gritou: E quanto aos judeus? Em 30 de janeiro de 2019, Loomer e outros pularam o muro que cerca a mansão do governador da Califórnia, em Sacramento. Eles usavam ponchos e sombreros, um deles ostentando um grande bigode falso, e disseram que estavam protestando contra a posição do governador Gavin Newsom sobre imigração. Foram presos, multados e liberados poucas horas depois. Mais tarde naquele mesmo dia, o grupo provocou um confronto perto de um restaurante mexicano em Sacramento, Califórnia, transmitindo o evento ao vivo.
2020-2022 Durante esse período, Loomer concorreu sem sucesso a duas vagas na Câmara dos Representantes dos EUA.
2023–2024 Em 2023, Loomer lançou seu programa no Rumble, Loomer Unleashed. O conteúdo do programa inclui monólogos, pegadinhas e confrontos com políticos em público. Em 2024, Loomer continuou a apoiar a campanha de Donald Trump, declarando ao The Washington Post: "estou feliz em dedicar todo o meu tempo a ajudar Trump, porque se Trump não voltar, eu não tenho nada". Durante a campanha presidencial de 2024, Loomer foi vista frequentemente em eventos públicos com o então candidato Donald Trump, embora Trump tenha emitido uma declaração no Truth Social afirmando que ela não trabalhava para a campanha e era "uma cidadã comum e apoiadora de longa data". Dias antes da eleição presidencial de 2024, Loomer acusou Robert F. Kennedy Jr. de deturpar um evento de arrecadação de fundos, no qual RFK buscava doações para apoiar a campanha eleitoral de Donald Trump. Loomer alegou que o dinheiro seria usado para pagar dívidas ao Partido Democrata, considerando a candidatura anterior de RFK nas primárias pelo partido. Isso gerou uma reação negativa online por parte de membros do movimento MAGA, incluindo Roger Stone.
2025–presente Durante o segundo mandato de Donald Trump como presidente, Loomer emergiu como uma figura de considerável influência.
Fiscalização de lealdade Embora não tenha ocupado um cargo formal de conselheira na Casa Branca, sabe-se que ela aconselhou o presidente Trump sobre política externa, mas talvez seja mais conhecida por ser uma "fiscalizadora da lealdade" do presidente, a ponto de seu nome ter sido usado como verbo -- Loomered ("Loomizado"), que significa ser, demitido ou prejudicado de alguma forma por sua homônima, por suposta deslealdade. Loomer descreveu seu papel como não sendo diferente do de um repórter investigativo que informa o público, ou semelhante ao do senador anticomunista Joseph McCarthy, a quem ela admira. Outros (na administração Trump) a descreveram como uma "equipe de demolição de uma pessoa só... em parte uma capanga leal, em parte uma figura como Roy Cohn", cujos ataques são desproporcionais aos crimes de suas vítimas. Entre seus alvos estava Adam Schleifer, um procurador federal assistente em Los Angeles, que foi demitido em 28 de março de 2025, exatamente uma hora depois de Loomer ter pedido sua exoneração. Em 2 de abril, Loomer teve uma reunião no Salão Oval com o presidente Trump, na qual argumentou que vários de seus funcionários não estavam suficientemente comprometidos com sua agenda. Durante a reunião, Loomer afirmou que o vice-conselheiro de Segurança Nacional, Alex Nelson Wong, trabalhou na campanha presidencial de Mitt Romney em 2012, enquanto sua esposa foi assistente da juíza Sonia Sotomayor e esteve envolvida nos processos contra os revoltosos de 6 de janeiro no Capitólio dos EUA. Ela também criticou uma dúzia de outros assessores. No dia seguinte, mais de meia dúzia de membros do Conselho de Segurança Nacional dos Estados Unidos, incluindo o diretor sênior de inteligência, Brian Walsh, e a diretora sênior de organizações internacionais, Maggie Dougherty, juntamente com o diretor da Agência de Segurança Nacional, general Timothy D. Haugh, e sua vice, Wendy Noble, foram demitidos devido à questão de sua lealdade a Trump. Também foram demitidos Brian Walsh, Diretor de Inteligência; Thomas Boodry, Diretor Sênior de Assuntos Legislativos; e David Feith, Diretor Sênior de Tecnologia e Segurança Nacional. Feith estava tentando limitar a exportação dos chips de IA americanos mais avançados, algo que contrariava os interesses dos Emirados Árabes Unidos, que ofereciam 2 bilhões de dólares à empresa de criptomoedas de Trump, a World Liberty, caso o acordo fosse concretizado. Após as demissões, Loomer defendeu novas demissões e foi citada pelo The New York Times dizendo: "na minha opinião, o presidente Trump deveria reavaliar todo o seu Conselho de Segurança Nacional". Trump afirmou que Loomer não teve nada a ver com as demissões. Wong, a quem Loomer se referiu como o "vice-conselheiro de Segurança Nacional chinês" e acusou de trabalhar em nome do Partido Comunista Chinês, foi destituído do cargo em 1o de maio. Em abril de 2025, Terry Adirim foi demitida de seu cargo de executiva sênior no Centro de Serviços Globais de Saúde da Agência Central de Inteligência (CIA) após ser alvo de Loomer. Em maio de 2025, Trump retirou a nomeação de Janette Nesheiwat para o cargo de Cirurgiã-Geral dos Estados Unidos depois que Loomer criticou Nesheiwat por deturpar suas credenciais médicas e por seu apoio público às vacinas. Em julho de 2025, Loomer assumiu publicamente o mérito pela demissão de Maurene Comey do Departamento de Justiça, após o que ela descreveu como uma "campanha de pressão de dois meses" sobre a Procuradora-Geral Pam Bondi. Em 25 de julho, April Doss foi demitida do cargo de conselheira jurídica da Agência de Segurança Nacional (NSA) depois que Loomer retuitou um artigo do The Daily Caller que a atacava. Em 29 de julho, após Loomer pedir sua demissão, Vinay Prasad foi exonerado do cargo de Diretor do Centro de Avaliação e Pesquisa de Produtos Biológicos, apesar da oposição do Secretário de Saúde e Serviços Humanos, Robert F. Kennedy Jr., e do Comissário da FDA, Marty Makary. Em 30 de julho, o Secretário do Exército, Daniel P. Driscoll, ordenou à Academia Militar dos Estados Unidos que revogasse a oferta de emprego à especialista em segurança cibernética Jen Easterly, que foi criticada por Loomer por ter servido durante o governo Biden. Em agosto, a CNN noticiou que Loomer havia conversado com o Secretário de Defesa Pete Hegseth para discutir seu trabalho na identificação de funcionários desleais no Departamento de Defesa. Em agosto de 2025, Loomer atribuiu a si mesma o mérito pela demissão de um funcionário iraniano-americano do gabinete de imprensa do Departamento de Estado, chamando-o de jihadista e "muçulmano pró-regime iraniano". Ela ainda afirmou que existem vários jihadistas e simpatizantes do jihadismo dentro do governo estadunidense que precisam ser erradicados. Em agosto de 2025, Loomer criticou a conta do Exército dos Estados Unidos no X por compartilhar uma publicação que comemorava o décimo terceiro aniversário do capitão Florent Groberg ter enfrentado um homem-bomba suicida e salvado a vida de sua unidade durante uma patrulha na província de Kunar, no Afeganistão, um evento que rendeu a Groberg a Medalha de Honra. "Devemos acreditar que o Exército não conseguiu encontrar um soldado republicano e nascido nos EUA?", perguntou Loomer no X. Groberg é um cidadão naturalizado que discursou em nome da campanha presidencial de Hillary Clinton em 2016. Loomer também reclamou do Secretário do Exército, Dan Driscoll, indicado por Trump, afirmando que "houve vários casos em que [Driscoll], ou o Exército, promoveram esquerdistas anti-Trump em seus canais oficiais de mídia social". Os comentários de Loomer receberam condenação bipartidária tanto de veteranos quanto de políticos. Groberg respondeu: "Servi sob presidentes de ambos os partidos e sempre honrarei meu juramento a este país. Sim, falei por 60 segundos na Convenção Nacional Democrata quando me perguntaram sobre serviço e sacrifício, não sobre política. Para mim, [8 de agosto] não se trata de partidos. Trata-se das vidas que perdemos". Após as críticas, Loomer reiterou sua posição, declarando: "Recebi uma ligação de um repórter há alguns minutos perguntando se eu apagaria meu tweet abaixo. Eu disse que não. Não me importo com a turba indignada. E tenho razão em publicar sobre isso". Loomer afirmou ainda que o Exército usou "a influência por trás da [Medalha de Honra] para lançar ataques políticos partidários e minar o Comandante-em-Chefe". Em agosto de 2025, o Departamento de Estado dos Estados Unidos anunciou a suspensão de todos os vistos de visitantes para palestinos da Faixa de Gaza, após críticas de Loomer. Um grupo de palestinos havia recebido vistos para entrar nos Estados Unidos a fim de obter tratamento médico emergencial, indisponível em Gaza devido à guerra na Faixa de Gaza. Loomer respondeu a um vídeo de crianças palestinas feridas chegando a um aeroporto americano, afirmando que os visitantes palestinos eram "invasores islâmicos" e dizendo: "Não votamos pela imigração em massa de jihadistas para o nosso país. Isso é a América em último lugar. Eles precisam ser presos e deportados". Loomer exigiu que "o governo Trump precisa acabar com essa aberração o mais rápido possível, antes que um membro da família de um desses GAZANOS se rebele e mate americanos a serviço do HAMAS". Os representantes estadunidenses Chip Roy e Randy Fine apoiaram a reivindicação de Loomer. Posteriormente, Loomer atribuiu a si mesma o mérito pela decisão do Departamento de Estado de suspender os vistos, afirmando ter conversado por telefone com o secretário de Estado Marco Rubio sobre o assunto. Em novembro de 2025, o presidente Trump retirou a nomeação de Donald Korb para o cargo de Comissário do IRS (Receita Federal dos EUA) depois que Loomer criticou Korb por doações anteriores a democratas. Loomer atribuiu a si mesmo o mérito pelo fracasso da nomeação de Korb. O governo Trump removeu as sanções contra o ex-presidente da República Sérvia, Milorad Dodik, após pressão de Loomer e outros conservadores, incluindo Rudy Giuliani e Michael Flynn. Dodik havia sido condenado criminalmente e destituído do cargo por minar os Acordos de Dayton, o acordo de paz que pôs fim à Guerra da Bósnia. O governo Biden impôs sanções a Dodik em 2022 por seu desrespeito aos Acordos de Dayton, além de alegações de corrupção e peculato. O governo Trump deteve Sami Hamdi, um jornalista britânico pró-Palestina, enquanto Hamdi estava em uma turnê de palestras nos Estados Unidos após pressão exercida por Loomer nas redes sociais. Loomer alegou que Hamdi havia expressado apoio ao Hamas e assumiu a responsabilidade por sua detenção. Hamdi foi libertado após duas semanas de prisão e afirmou que Loomer havia "fracassado miseravelmente". Após o assassinato de Charlie Kirk em setembro de 2025, Laura Loomer afirmou que pessoas transgênero eram "uma ameaça à segurança nacional" e pediu que fossem socialmente ostracizadas e declaradas um movimento terrorista, apesar do atirador não ser transgênero.
Alegações de troca de favores Alguns críticos de Loomer e observadores da política nacional estadunidense reclamaram que lobistas profissionais perceberam o aumento e a crescente influência de Loomer no governo Trump, e que seus motivos para influenciar o governo podem ter se ampliado, indo além da punição de supostos oponentes de Trump. Segundo uma fonte anônima ligada ao governo Trump, ela tem sido conhecida por demonstrar um interesse incomum "nas coisas mais obscuras, aquelas que só um lobista se importaria". De acordo com Hitchens, influenciadores populares que exercem grande impacto nas políticas públicas e são remunerados de acordo com isso fazem parte de um "modelo ascendente". Como o lobby feito por influenciadores é uma indústria relativamente nova, existem poucas ou nenhuma regulamentação sobre essa modalidade, ao contrário do lobby tradicional, e ele opera numa "zona cinzenta". Algumas das questões "obscuras" que lhe interessaram incluem a aquisição da Juniper Networks pela Hewlett Packard Enterprise, o levantamento das sanções ao setor petrolífero da Venezuela (assunto sobre o qual ele escreveu "um longo e muito detalhado artigo técnico"), a demissão do conselho de gestão de supervisão financeira envolvido nos contratos de energia pública de Porto Rico e a destituição de um cientista da Food and Drug Administration (Vinay Prasad) que tentava suspender a comercialização de um medicamento para distrofia muscular por razões de segurança, o que teria sido muito dispendioso para o fabricante da farmacêutica – questões que fogem aos interesses habituais da política MAGA ou que são contrárias às posições republicanas tradicionais (como o levantamento das sanções contra a Venezuela). Quando questionada pela jornalista Antonia Hitchens sobre se Loomer estava recebendo alguma compensação por defender o levantamento das sanções ao petróleo venezuelano que um magnata estadunidense do petróleo (Harry Sargeant III) pretendia comprar, uma "lobista popular ligada a Trump" respondeu: "Claro que sim, ela está sendo paga!", sem ver nada de errado nisso. Alega-se que os pagamentos de lobistas a Loomer são feitos por meio de intermediários para evitar qualquer aparência de impureza política em seu fervor pró-MAGA. Questionada sobre a influência de doadores e lobistas, Loomer respondeu: "sou, na verdade, muito qualificada e uma pessoa altamente competente", capaz de apresentar argumentos técnicos detalhados; que seu ataque a Prasad e sua renúncia foram "uma coincidência"; e que, em geral, "apenas digo o que digo... não sou uma marionete".
Atividades comerciais e financiamento Em meados de novembro de 2025, Loomer tinha aproximadamente 1,5 milhão de seguidores na plataforma de mídia social Twitter, e ganhava "cerca de" 150 mil dólares por ano com seu programa na plataforma Rumble, de acordo com o que ela contou a Antonia Hitchens. Além de doações de pequeno valor de fãs online, ela também recebe financiamento do doador de direita Robert J. Shillman, fundador da Gognex Corporation. Sua empresa de consultoria, "Loomered Strategies", oferece pesquisas sobre a oposição e verificações de antecedentes, que vão desde a "devida diligência matrimonial" até verificar se "um juiz é corrupto". No início de sua trajetória como ativista, Loomer vendeu vídeos de "flagrantes" gravados com câmeras escondidas para o The Gateway Pundit e o Infowars.
Notas
Referências
Ligações externas «Página oficial» (em inglês) Este artigo foi inicialmente traduzido, total ou parcialmente, do artigo da Wikipédia em inglês cujo título é «Laura Loomer», especificamente desta versão.